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Fonte: Brogui
É um espaço bem pequeno. São apenas 140 caracteres. Mas já basta para produzir, enviar e receber informações; atualizar as fofocas do dia a dia; contar piadas; jogar conversa fora; fazer perguntas e responder a dúvidas; divulgar o blog; fazer amizades; colocar a boca no trombone; ou até mesmo fiscalizar o governo. Não há exemplos e reticências suficientes que consigam abranger todos os usos que o TWITTER ganhou e ganha a cada dia. O que você está fazendo neste exato instante? O que ocupa sua cabeça enquanto você começa a ler este texto? A curiosidade sobre este exato instante na vida de amigos ou de desconhecidos conduziu a um novo fenômeno da publicação online chamado TWITTER.
A idéia era tornar esse serviço tão simples que o usuário não pensasse no que estava fazendo, bastava apenas digitar algo, e enviá-lo. Essa mudança nos rumos da empresa ocorreu quando o programador Jack Dorsey se juntou à equipe e começou a desenvolver novas maneiras para os usuários utilizarem a nova ferramenta, inclusive através de aplicativos de computador como mensagem instantânea e e-mail. Ele foi o verdadeiro idealizador do serviço onde as pessoas expressam suas idéias, opiniões e informações em apenas 140 caracteres (Isto porque o projeto original era para celular, e muitos não enviavam mais de 160 caracteres em uma mensagem SMS – necessária para postar no serviço de forma móvel. Então, 20 caracteres ficam para o nome de usuário e o resto para o texto em si).--A idéia original que foi fonte de inspiração para a criação do TWITTER nasceu em 1992, quando Jack se inspirou no trabalho que fazia: se era possível usar tecnologia para taxistas dizerem onde estavam, porque não daria para as pessoas fazerem o mesmo? Quando o serviço se tornou o projeto mais importante da Odeo, Stone e Williams decidiram criar uma nova empresa tendo o TWITTER como produto principal. Williams comprou os direitos da Odeo e do TWITTER de investidores, juntou a empresa e o serviço que já existiam e criou uma nova empresa chamada Obvious Corporation.--Em março de 2006, a primeira versão do TWITTER, totalmente baseada na web, foi colocada no ar em 21 de março. Umas das primeiras mensagens foi: Ah isso vai ser viciante. Como era um projeto secreto, os usuários foram limitados exclusivamente para os funcionários da empresa e os seus familiares. Ninguém foi autorizado a contatar amigos que trabalhavam em outras empresas. Durante meses, foi conhecido como projeto Top Secret Alpha por causa de produtos concorrentes como o Dodgeball. O nome original do produto foi “twttr” inspirado pelo fato de que as SMS americanas tinham como padronização de códigos de cinco dígitos. Foi quando Stone nomeou o serviço de TWITTER como uma comparação entre a troca de informações em pequenas porções e o gorjear dos pássaros (em inglês “twitter”), argumentando que muitos desses toques se pareciam com os cantos de pássaros (por isso a mascote da marca é um simpático passarinho azul).

Finalmente em agosto o TWITTER foi lançado para o público. Rapidamente, o sistema de micro-mensagens online com textos de até 140 caracteres se tornou um verdadeiro sucesso. Esta restrição, em pouco tempo, concretizou definitivamente o TWITTER como um verdadeiro fenômeno. Ao limitar o tamanho dos posts, que inclusive podem ser enviados pelo celular, a ferramenta saiu na frente dos blogs – mais rápida e prática para postar mensagens – e se adequou definitivamente a um fenômeno descrito como Snack Culture (o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um mundo cada vez mais digital). Finalmente, em maio de 2007, se separou da Obvious para se tornar uma empresa: a Twitter Incorporated. Desde então, o TWITTER também vem sendo utilizado como uma eficiente ferramenta de mobilização social e política, especialmente em países submetidos a regimes autoritários. As micro-mensagens online, junto com os “torpedos” por telefone celular, são hoje a principal forma de comunicação para organizar as chamadas flash mobs (protestos instantâneos), que já deram tantas dores de cabeça a governantes de países como o Egito, Filipinas e Bielo-Rússia.

